O café é uma bebida produzida a partir dos grãos torrados do fruto do cafeeiro.
É servido tradicionalmente quente, mas também pode ser consumido gelado.
O café é um estimulante, por possuir cafeína —
geralmente 80 a 140 mg para cada 207 mL dependendo do método de preparação.
A história do café começou no século IX.
O café é originário das terras altas da Etiópia (possivelmente com culturas no Sudão
e Quênia) e difundiu-se para o mundo através do Egito e da Europa.
Mas, ao contrário do que se acredita, a palavra "café" não é originária de Kaffa —
local de origem da planta —, e sim da palavra árabe qahwa, que significa "vinho",
devido à importância que a planta passou a ter para o mundo árabe.
O mais conhecido convênio de estados cafeeiros para obter financiamento
externo para estocagem de café em armazéns a fim de diminuir a oferta
externa e conseguir preços mais elevados para o mesmo foi o Convênio de
Taubaté de 1906. O pressuposto da retenção de estoques de café era a
crença de que depois de uma safra boa, seguiria-se uma safra ruim,
durante a qual o café estocado no ano anterior seria exportado.
A partir da década de 1920, a valorização do café tornou-se permanente,
aumentado muito o volume estocado, fazendo os preços se elevarem,
atraindo com isso novos países produtores ao mercado fazendo concorrência ao Brasil.
Com a crise de 1929, todo os estoques de café tiveram que serem queimados,
a partir do governo de Getúlio Vargas.
A maioria das pessoas que consomem café diariamente desconhece as substâncias saudáveis e os seus efeitos terapêuticos:
- O consumo moderado de café (de três a quatro xícaras por dia) exerce efeito de prevenção de problemas tão diversos como o mal de Parkinson, a depressão, o diabetes, os cálculos biliares, o câncer de cólon e o consumo de drogas e álcool. Além disso melhora a atenção e, consequentemente, o desempenho escolar e a produtividade no trabalho.
- O café contém vitamina B, lipídios, aminoácidos, açúcares e uma grande variedade de minerais, como potássio e cálcio, além da cafeína.
- O café tem propriedades antioxidantes, combatendo os radicais livres e melhorando o desempenho na prática de esportes.
- Doenças como infarto, malformação fetal, câncer de mama, aborto, úlcera gástrica ou qualquer outro tipo de câncer não estão associadas ao consumo moderado de cafeína.
- Melhora a taxa de oxigenação do sangue.
A cafeína chega às células do corpo em menos de 20 minutos após a ingestão do café. No cérebro, a cafeína aumenta a influência do neurotransmissor dopamina.
Entre os malefícios causados pelo consumo excessivo de café podemos listar:
- Ação diurética compulsivo causadora de perda de minerais e oligoelementos, aminoácidos e vitaminas essenciais.
- Causa enfraquecimento do organismo através da perda de sódio, potássio, cálcio, zinco, magnésio, vitaminas A e C, bem como do complexo B.
- Possui relação direta com a doença fibroquística (eventualmente precursora do “câncer da mama”).
- Pode causar o aparecimento de polipos (primeiro estágio do câncer no aparelho digestivo), verrugas, psoríases e outras afecções dermatológicas.
- Reduz a taxa de oxigenação dos neurônios.
- Provoca uma maior secreção de ácido clorídrico, causando irritações nas mucosas intestinais que causam colites e ulcerações, principalmente para quem sofre de gastrite.
- Sua ação é acidificante do sangue, propiciando o surgimento de leucorreias, cistites, colibaciloses e variados acessos fúngicos.
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